VALORIZAÇÃO DA VIDA - VANESSA ORSO

enviado por 87 em 23/09/2020 15:44

VALORIZAÇÃO DA VIDA - VANESSA ORSO

Tiago - Hoje dia 19 de setembro de 2020 vamos conversar com a Psicóloga Vanessa Orso muito bom dia seja muito bem-vinda Vanessa obrigado pela sua presença

Vanessa - Bom dia, bom dia Tiago a todos os ouvintes primeiro quero começar agradecendo você, pelo convite e me chamarem oportunizar a todos os ouvintes com mais informação, mais conhecimento e quero parabenizar também a Rádio 87,9 pelo movimento que está realizando por essa campanha tão importante e de uma necessidade imensa principalmente aqui na nossa cidade Tiago que tá acontecendo muitas situações relacionadas a isso.

 

Tiago – fala um pouco sobre você, sobre sua formação, sobre seu trabalho aqui no nosso município de Quilombo!

 

 Vanessa - Bem Tiago atualmente está fazendo 4 anos que eu estou formada pela Universidade da Unochapeco logo depois que eu me formei Eu já comecei atender de forma particular comecei também uma formação e atualmente eu já estou me formando em Psicodramatista que é o título de especialização na psicologia mesmo e também eu estou realizando um curso pela pelo corpo explica que também é uma metodologia de análise do comportamento também vem ampliar o olhar para o sujeito e a partir destes quatro anos eu venho atendendo a um ano e meio também eu já comecei a atender  em Chapecó então atualmente eu tenho a clínica particular aqui em Quilombo e Chapecó.

TIAGO - O suicídio é considerado um problema de saúde pública que vêm sendo mundialmente debatido. No Brasil, a região Sul tem se destacado com altos índices de suicídio,

alertando profissionais e pesquisadores sobre a temática. Quais as estratégias de prevenção ao suicídio podem ser citadas?

Vanessa – Uma forma de iniciarmos esta conversa é você se questionando: Qual o sentido da minha vida? Por o que eu levanto todos os dias? Muitas pessoas não têm essas respostas e o que pode ser feito é começar a buscar um maior autoconhecimento sobre si, ampliando a sua percepção e consciência da sua própria vida. Se alguém perguntar a você o quanto se conhece, qual seria a resposta?
Você pode achar estranho, mas a verdade é que a prática do autoconhecimento ainda é pouco exercitada. As vezes é mais fácil e cômodo olhar para o outro do que pra si mesmo. Mas esse é um processo primordial para nossa saúde mental.
Ao pensar sobre nós mesmos, deixamos de focar no outro e em tecer julgamento.
O autoconhecimento é necessário para delimitarmos nossos objetivos. Caso contrário, não sabendo e não tendo clareza, muito menos segurança de si e dos seus passos de onde quer chegar, ficamos vulneráveis a muitas questões que nos rodeiam e acabam nos influenciando de tal modo que pode levar ao adoecimento.

Do que estamos falando?

Se olharmos para nossa realidade, vivemos uma era de extremos, onde tudo parece ser momentâneo e líquido. Uma busca por prazer momentâneo e logo depois de conquistado o que deseja já não satisfaz mais, é preciso ir em busca de novas coisas.

 Estamos sendo bombardeados todos os dias por padrões, padrões de vida, de beleza, de saúde, e é um eterno correr atrás dos padrões. Quando não nos encaixamos nos sentimos inadequados até mesmo afetando a auto estima e as vezes ainda somos julgados e criticados por não estarmos no padrão. Então de certa forma estamos cercados por cobranças. Temos que ter uma vida perfeita, com muito sucesso, com um bom emprego, uma família estável, amigos incríveis e nada mais pode nos afetar.

Com as redes sociais, estamos sempre em contato com a face mais glamourosa e bem-sucedida das pessoas. E isso tem induzido a gente a tentar seguir padrões difíceis de serem alcançados. Não é fácil se sentir confiante e realizado em uma sociedade supercompetitiva. E principalmente se você é de olhar se a grama do vizinho é mais verde, pode se frustrar constantemente com a sua própria vida. Então se não tivermos um pensamento crítico, analítico, que analisa todos esses fatores somos envolvidos nessa roda sem fim.

A questão é que a felicidade é mostrada a todos como algo que você alcança a partir do que se tem e não do que você é. A nossa angústia pode estar muito relacionada com o desejo de atingir um sucesso que, muitas vezes, não é real, mas idealizado.

Entender que a vida é feito de altos e baixos, de aprendizados, de pessoas diferentes, com ideias e opiniões diferentes faz com que possamos olhar os nossos desafios com outros olhos. E entender que está tudo bem se você não estiver bem.

Diante de toda essa realidade, quando não estamos bem, nos cobramos constantemente para sair desde ciclo o mais rápido possível, como se algo tivesse errado e não nos permitimos sentir, compreender o momento. E é isso que o autoconhecimento faz, possibilita ser a sua melhor versão e não se comparando a versão dos outros.

Tiago - A partir do princípio que o sujeito não quer se matar, mas sim, acabar com seu sofrimento, é possível realizar ações em favor da vida. Como a sociedade pode potencializar projetos que valorizem o equilíbrio mental, físico e espiritual?

 

Vanessa - A prevenção do suicídio pode ocorrer a todo e qualquer espaço, até mesmo quando você recebe um amigo, o ato de ouvir sem julgamentos, acolher e orientá-lo a buscar ajuda profissional. O maior x da questão é que este assunto possa ser abordado em todos os ambientes, tanto escolas, como igrejas, associações. Conforme a realidade de cada contexto, há a possibilidade de criar grupos, palestras, campanhas que problematizem e levem informação e conhecimento a todos, desconstruindo esse tabu e facilitando a prevenção.

Entendendo que somos seres humanos e possuímos emoções, não condenando, mas entendendo o que aquela pessoa está nos trazendo. 

Atualmente estamos também com este propósito aqui na rádio, a partir do convite da Regiane desenvolvemos o programa bem viver, que tem como objetivo levar um pouco de autoconhecimento semanalmente aos ouvintes.  As vezes o que se quer é só mensagens de motivação, mas as pessoas precisam mais do que isso, e essa é a nossa proposta. Para quem ainda não acompanha, todas as quartas às 08:40 vai ao ar um episodio novo do programa. E para quem ainda não viu os três primeiros pode acessar o facebook da rádio ou também as minhas redes sociais que você irá encontrar todo o conteúdo.

Tiago – Pressupõe-se também, que o suicídio é uma manifestação do ser humano, uma maneira encontrada pelo sujeito de lidar com o sofrimento, uma fuga de sua existência, um escape para a dor. Qual a posição da área da psicologia diante destes pressupostos?

Vanessa – Quando uma pessoa decide terminar com a sua vida, os seus pensamentos, sentimentos e ações apresentam-se muito restritivos, ou seja, ela pensa constantemente sobre o suicídio e é incapaz de perceber outras maneiras de enfrentar ou de sair do problema. Estas pessoas pensam rígida e dramaticamente pela distorção que o sofrimento emocional impõe. Todo o comportamento está inflexível quanto à sua decisão: as ações estão direcionadas ao suicídio e a única saída possível que se apresenta é a morte; por isso é tão difícil encontrar, sozinho, alguma alternativa.

O funcionamento mental gira em torno de três sentimentos: intolerável (não suportar); inescapável (sem saída); e interminável (sem fim). Existe uma distorção da percepção de realidade com avaliação negativa de si mesmo, do mundo e do futuro.

O passado e o presente reforçam seu sofrimento e o futuro é sombrio, sem perspectiva e com ausência de planos.

A Psicologia, possui todo um embasamento, um estudo que a partir dos cinco anos de formação e mais especializações, possibilita ao psicólogo compreender e contribuir com a saúde mental de cada sujeito, entendendo que somos seres únicos, cada um com suas motivações, suas histórias, seus desafios. O papel da Psicologia não é julgar, mas sim acolher e contribuir com esta pessoa para ampliar seu leque de possibilidades, de poder perceber as saídas possíveis. Além disso é alguém preparado para proporcionar seu autoconhecimento, dando-lhe ferramentas e recursos para uma maior qualidade de vida. 

Ou seja, todo o trabalho desenvolvido pela Psicologia não é em cima de achismos, de opiniões, do que eu acho, mas há um embasamento científico que é a base para o trabalho do profissional.

Ainda também há um tabu em relação ao buscar um Psicólogo, como se quem fosse possui alguma doença mental, ou até tacham como “louco”. Porém é muito ao contrário disso, busca um Psicólogo quem está a fim de conhecer um mundo de possibilidades dentro de si e fora.

As vezes se ouve que é a mesma coisa do que desabafar com um amigo, porém essa informação é extremamente inadequada. Pois o profissional precisa estudar e estudar muito cada caso, buscar cursos, especializações para entregar ao cliente o que ele precisa.

Tiago - As experiências negativas de vida como violência física ou sexual, rejeição na infância e dificuldades de relacionamento familiar, podem comprometer o desenvolvimento emocional dos sujeitos, sobrecarregando-os e aumentando a tensão emocional. Qual a importância da educação emocional nos filhos dentro da família?

Vanessa - Pergunte a uma criança de 10 anos o que fazer se ralar o joelho, e ela dirá que você deve limpar o machucado (ou passar um antisséptico) e colocar um band-aid. As crianças também sabem que, se você quebrar a perna, terá que colocar gesso para que ela cicatrize na posição correta. Se você, então, quisesse saber por que essas medidas são necessárias, elas responderiam que cuidar desses problemas ajuda a curá-los e impede que eles piorem. Desde cedo ensinamos aos nossos filhos como cuidar de seus corpos, e eles costumam aprender essa lição facilmente.

Mas peça a um adulto que lhe diga o que fazer para aliviar a dor aguda da rejeição, o sofrimento devastador da solidão ou a decepção amarga do fracasso, e ele não saberá como cuidar dessas feridas emocionais tão comuns. Pergunte o que fazer para se recuperar de baixa autoestima, de uma perda ou um trauma, e os adultos ficarão igualmente perplexos. Questione qual a melhor maneira de lidar com pensamentos obsessivos ou uma culpa insistente, e você receberá olhares sem graça, movimentos nervosos com os pés e um esforço determinado para mudar de assunto.

Enquanto todo mundo possui um armário de remédios cheio de band-aids, antissépticos e analgésicos para cuidar das doenças físicas mais comuns, ninguém tem um armário de remédios para as pequenas feridas emocionais do dia a dia. E elas são tão frequentes quanto os males físicos. 

Cuidar e ensinar a lidar com suas emoções é algo que muitas vezes não é ensinado as crianças. O que geralmente se diz quando uma criança cai é: não foi nada, logo passa ou até tirar o foco pra outra coisa. Porém a criança precisa entender o que está acontecendo com ela, que o que ela está sentindo é dor, nomear as emoções para que elas vão aprendendo a compreender e saber o que estão sentindo. Desta forma a criança, o adolescente o adulto terá maior facilidade em lidar com frustrações, desafios do dia-a-dia.

Algumas diretrizes sobre a formação de uma criança:

1. Encorajem e alimentem a auto-estima: Nunca será excessivo insistir na importância de alimentar a autoestima. Em quase todas as leituras que realizei envolvendo suicídio ou vício em drogas ou álcool, as causas estão na falta de identidade e amor-próprio das pessoas. Quais são os pontos de referência que as crianças têm, a não ser os atos e palavras dos adultos ao seu redor? Como é que as nossas crianças vão saber quem são? O que dizemos a elas, pensamos sobre elas e fazemos com elas? São mensagens amorosas ou críticas? Nós validamos seus instintos ou as calamos? Se as crianças não têm compreensão e empatia em casa, elas irão certamente procurá-las com alguém fora da família. Quando começarem a se identificar com influências externas e ilusórias, irão crescer com atitudes e valores materialistas. A pressão externa vai forçá-las a se comportarem de determinadas maneiras para que se sintam aceitas. Sugiro aos pais e parentes que dêem o máximo de reforço positivo para as crianças. Precisamos demonstrar amor em todas as etapas de seu crescimento. Elogios, compreensão, risos e amor fazem com que uma criança cresça para tornar-se um adulto feliz e competente. Que todos nós sejamos uma fonte de verdadeiro esclarecimento e orientação para a nova geração.

2. Conheçam seus filhos: Façam o máximo que puderem para se envolverem na vida de seus filhos. Reservem algum tempo da semana para fazer algo especial com eles. Fiquem atentos o bastante para serem capazes de saber se um filho está tendo problemas. Prestem atenção, confiem nos seus instintos e, acima de tudo, ouçam seus filhos e dialoguem com eles. Ajudem a resolver suas dificuldades. Isto não só estimulará a intimidade como reforçará a confiança.

3. Estejam disponíveis para eles. Tirem um tempo e um tempo de qualidade para ouvir o que elas dizem. Quando ela vier contar, comentar, não desmereçam ou achem que é sem importância. É importante parar e dar a atenção, olhar nos olhos dela para que ela se sinta validada. Usem uma linguagem e conceitos que eles entendam, mantendo-se sempre conscientes da sua posição de pais. Ajudem seus filhos a refletir para fazerem escolhas saudáveis.

4. Ensinem o respeito próprio e a responsabilidade: Isto acompanha de perto a auto-estima e a conquista da própria identidade. As crianças precisam aprender a ser responsáveis, e a melhor maneira de ensinar é através do próprio exemplo. Assumam a responsabilidade por suas ações em vez de culpar os outros quando as coisas dão errado. Crianças precisam ser suavemente formadas nas maneiras apropriadas e saudáveis de tratar a si mesmas e os outros. Ajudem seus filhos a tomar decisões, refletindo com eles sobre alternativas e resultados. Para ensinar seus filhos a serem responsáveis, primeiro dêem a eles pequenas tarefas. Quando concluídas, elogiem seu esforço e seus sucessos, e examinem os fracassos de maneira positiva, para que possam aprender com eles, aceitando suas próprias limitações e as dos outros.

6. Lembrem-se de que as crianças estão olhando vocês Repito: a primeira e principal maneira de ensinar alguém é pelo exemplo. Tratem-se com amor e respeito se esperam que seus filhos façam o mesmo. Vocês são o espelho em que as crianças vêem refletido o mundo externo e devem demonstrar as qualidades e princípios que gostariam que as norteassem. É confuso para os filhos quando os pais dizem uma coisa e agem de maneira diferente. Depois de algum tempo, as crianças perdem a confiança neles.

7. Ensinem seus filhos a serem autoconfiantes Uma das primeiras coisas que as crianças devem aprender é que elas vivem num mundo imperfeito. Ensinem a seus filhos que tudo o que acontece tem uma finalidade. Encorajem as crianças a usarem seu livre-arbítrio para mudar o que não gostam nelas mesmas e no que as cerca, para que o mundo possa tornar-se um lugar melhor de se viver.

8. Celebrem a individualidade: Desde o início, façam seus filhos acreditarem que cada um deles é único e diferente de todos os seres deste planeta. Isto não só os distingue de todas as outras pessoas como também os faz ver o mundo de uma maneira própria e exclusiva. Vocês serão capazes de ajudar a influenciar alguns aspectos do comportamento deles, mas não poderão moldá-los e formá-los exatamente da maneira que desejariam. Nunca os comparem com os outros, pois isso lhes dará a falsa noção de que as pessoas podem ser iguais. No todo, tratem seus filhos como tratariam uma flor ou uma planta. A semente da "personalidade" está na criança, mas, como qualquer flor ou planta, precisa ser fertilizada, regada, protegida e cuidada. Vejam a flor desabrochar e reconheçam sua beleza. Com um pouco de paciência, alegria e estímulo, vejam a sua criança brilhar.

Falando agora também sobre os adolescentes, ele está inserido nesta sociedade que já abordamos, em um momento de muitas dúvidas e inquietações; de construção de sua identidade e busca de autonomia em que o tal equilíbrio não é predominante. Como sabemos, os jovens estão suscetíveis às mudanças fisiológicas que são características da fase de amadurecimento físico e psíquico. Quem convive com um adolescente, sabe que as mudanças nem sempre são fáceis. Sabemos que essas mudanças fisiológicas podem ser um dos fatores que levam ao desencadeamento de doença psiquiátrica, um gatilho para a pessoa que tem predisposição genética para desenvolver doença mental. Por isso devemos ficar atentos a alguns sinais. Em primeiro lugar, é necessária a observação. Os pais precisam perceber as mudanças de comportamento dos filhos, os sinais que crianças e adolescentes emitem quando estão passando por algum problema. Alguns destes comportamentos são isolamento, impulsividade, tristeza constante, distorção de imagem corporal, dificuldade de relacionamento com pessoas da mesma idade, insegurança, queda no desempenho escolar, crises de raiva, baixa autoestima, atração por comportamentos de risco, dentre outros.

A informação correta com orientação especializada é sempre o melhor caminho. Os pais, responsáveis e educadores precisam estar atentos para debater essas questões em casa e no ambiente escolar.

Tiago - Percebe-se o crescente esforço nacional no sentido de desmistificar o tabu do suicídio e abordá-lo perante o que ele significa de fato: um problema de saúde pública. O que precisa ser feito para que haja uma redução das taxas de suicídio?

Vanessa - Um tabu, arraigado em nossa cultura, por séculos, não desaparece sem o esforço de todos nós. Tal tabu, assim como a dificuldade em buscar ajuda, a falta de conhecimento e de atenção sobre o assunto e a ideia errônea de que o comportamento suicida não é um evento frequente condicionam barreiras para a prevenção. Lutar contra esse tabu é fundamental para que a prevenção seja bem-sucedida. Falar sobre suicídio não aumenta o risco. Muito pelo contrário, falar com alguém sobre o assunto pode aliviar a angústia e a tensão que esses pensamentos trazem.

Compreender que a saúde mental importa e que buscar ajuda não é sinônimo de fraqueza, muito menos de loucura, mas é de muita sanidade e desejo de melhora e cura.

Conscientização, informação, menos julgamentos e preconceitos.

Quando você se apressa em criticar e julgar, sem dispor de todos os dados de uma situação, aprende muito pouco. Sugiro que você sempre questione o que está por trás de qualquer pessoa ou situação. Sempre há muito mais do que sabemos. Por isso, ao julgar você está julgando um pequeno recorte, tenha isso em mente.

Se eu pudesse deixar uma frase em destaque seria, comece por você!!! Comece por você, se melhorando, aprendendo, não julgando, cuidando a forma de enxergar o outro, com mais acolhimento, afeto e amor. 

 

Tiago - Estamos chegando ao final de mais um Momento Livre, por hoje é isso, muito obrigado por estarem ligados na programação da Rádio Comunitária a Voz do Povo de Quilombo. No próximo sábado daremos continuidade ao tema da “valorização da vida” (falar é a melhor solução). Obrigado Vanessa Orso por sua presença aqui no Momento Livre.

Convido-a para suas considerações finais, deixando uma mensagem de esperança aos queridos ouvintes.

 

Vanessa - Menos julgamento, mais acolhimento.

O amor é o principal componente da vida. Não estou me referindo a relacionamentos, é algo muito mais amplo, é o cuidado, o afeto, o amor ao próximo.

É através dele que ficamos mais conscientes e sensíveis às necessidades dos seres humanos. Estaremos presentes e disponíveis para elas.

O meu muito obrigado Tiago, ao diretor Odacir pelo convite, a todos os ouvintes por permaneceram com a gente nesse momento. Eu fico a disposição de todos e caso precisarem deixo também meu contato disponível: 49 – 991618302. Obrigada.

 

 

Transcrição RC 87,9

Fonte A Voz do Povo

 


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